Até o momento, temos 11.040 vias cadastradas em 1.893 locais de 453 cidades de 24 estados brasileiros, sendo 5.081 vias de Esportiva, 5.068 vias de escalada Tradicional Clássica, 662 vias de Bouldering, 78 vias de Artificial, 68 vias de Big Wall, 61 vias de Tradicional Esportiva, 9 vias de Psicobloc, 8 vias de Descida, 4 vias de Esportiva de Exposição e 1 via de Highball Bouldering.
Descrição: A “Via de Acesso” é uma rota para chegar até a mata central dos Cinco Pontões, local que permite o acesso até a base das agulhas do Pitoco do Alemão, Dedinho Casagrande, 17 de Julho e da via de escalada “Quebrando Paradigmas”.
A via consiste num trecho de 60 metros de mata, sendo que 10 metros devem ser escalados e o restante é apenas uma travessia dentro da mata.
Para entrar na “Via de Acesso” é necessário realizar um rapel de 40 metros da Cangalha (colo rochoso que interliga o Pontão Maior com o Pontão Gêmeo) até a mata que fica abaixo da Cangalha (mata suspensa). Deve ser utilizada, preferencialmente, uma corda semi-estática e que deverá ser fixada nas chapeletas que estão instaladas no chão da Cangalha. A corda deve ser deixada fixa e, se possível, com um protetor de corda no início, pois essa corda será utilizada para fazer a ascensão de retorno.
Após fazer o rapel (40 metros) da Cangalha até a Via de Acesso, deve seguir, andando e subindo, para a esquerda da mata, tomando como referência a posição de rapel e a direção do Pitoco do Alemão. Percorridos uns 35 metros e, ao deparar com um grande bloco de pedra que estará entalado no caminho, o guia deve se encordar e iniciar a escalada pela esquerda dos blocos, saindo entre o bloco da esquerda e a vegetação que cerca o corredor de pedra.
A escalada consiste num trecho de 10 metros, sendo os 8 metros iniciais de trepa-mato e os 2 últimos metros um lance de, no máximo, 4º grau de agarras grandes e que é realizado em 2 movimentos, caracterizando, este último lance, numa pequena subida para retornar ao corredor de mata.
Os 10 metros foram protegidos por 2 chapeletas de aço inox, subsidiadas pela ACE, e a parada deve ser feita nas árvores do corredor de mata (parada natural). A primeira chapeleta foi fixada na saída da mata. Quando o guia passa entre a vegetação e a pedra entalada, poderá ver a mesma um pouco acima de sua posição. A última chapeleta fica em frente ao último lance (4º grau), dando grande segurança para o guia realizar os movimentos. Ainda é possível fazer uma proteção natural entre a primeira e a segunda chapeleta, pois existe uma árvore no meio deste trecho com diâmetro e fixação consideráveis.
Agora é só seguir, andando, para baixo até chegar à mata principal dos Cinco Pontões, onde será possível ver uma vegetação mais baixa e até mesmo uns rastros de trilha. A mata deve ser descida pela direita, como quem acompanha a parede do Pontão Gêmeo, mas sem encostar-se a ela. Essa noção de direção deve ser seguida com atenção, pois do lado esquerdo a mata vai culminando na boca de uma grande grota de pedra que vem da base dos Cinco Pontões (dá para ver) e pelo lado direito, colado à parede do Pontão Gêmeo, vai surgindo um trepa-mato mais alto e que não leva a lugar nenhum.
O retorno é feito pelo mesmo caminho da ida, no entanto, no trecho que foi escalado, um rapel deve ser montado para passar pelo bloco entalado, não necessitando, assim, realizar a escalada para o retorno. Para fazer a ascensão até a Cangalha é necessário utilizar dois estribos, podendo, ainda, improvisá-los com fitas.
Fonte: ACE
Equipamento mínimo necessário:
1 corda de 40 metros para rapel/ascensão
4 ascensores, 4 estribos e 4 solteiras (2 por pessoa)
2 costuras
1 equalização para a corda fixa
2 fitas e 1 mosquetão para fazer uma equalização em árvore (parada natural)
Aviso legal: Os comentários publicados neste fórum são de responsabilidade exclusiva de seus respectivos autores. As opiniões, informações e conteúdos expressos pelos usuários não representam, em nenhuma hipótese, a posição, visão ou concordância do Escaladas.com.br. Cada participante é pessoal e legalmente responsável pelo que escreve e publica.
Comentários